Quando se retira o poder
Quando se retira o exceder
Quando se retira o manto da soberba
Quando se extirpam as vaidades
Quando se extirpam as promiscuidades
Quando se extirpam as máscaras e maquiagens
Sem ornamentos,
Sem vestimentas: nos corpos, nos templos e nos comportamentos
Eis verdadeiramente o que sobra; quem somos
O que sobra é singelo e sublime
O que sobra é a nudez que não se reprime
Uma nudez que não é apenas poética
é bela e divina por ser a essência estética
José Ailton Santos - Licenciado em História pela Universidade Federal de Sergipe, Pós Graduado pela Faculdade Pio X em História do Brasil, Graduando do curso de Administração de Empresas pela UNIT, ex-professor efetivo da rede estadual de ensino do estado de Sergipe, funcionário efetivo do Banco do Estado de Sergipe com certificação pela ANBIMA, blogueiro, poeta de ocasião e portador da SPNDLR [Síndrome Patológica de Necessidade Diária de Leitura e Reflexão].

Quando se desnuda o ser humano o que vemos são os deuses em latência...imperfeitos, mas ainda assim, deuses. Como na frase de Jesus: vós sois deuses, tudo que eu fiz vou podereis fazer e muito mais....quando nos despimos sobram os deuses imperfeitos, humanos
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